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04 princípios de educação financeira para jovens

Educação financeira na infância pode evitar estresse futuro no trato com o dinheiro

A educação financeira consiste em uma série de orientações sobre o uso planejado de recursos financeiros. É o preparo para lidar com questões orçamentárias como despesas, receitas, juros e investimentos. Tem como objetivo desenvolver a capacidade de utilizar o dinheiro de forma equilibrada, sem acumular demais, nem gastar em excesso.

Para tanto, é preciso aprender a se relacionar com essa ferramenta desde criança. No mundo majoritariamente capitalista em que vivemos, os pequenos têm contato com o valor do dinheiro muito cedo. Contaminadas pelo excesso de publicidade direcionada a eles, seja pelo consumo precoce estimulado pelos pais.

Por isso a importância de orientá-los o quanto antes sobre a melhor maneira de usar o dinheiro. A educação financeira deve fazer parte da formação básica das crianças como cidadãos, assim como acontece com os valores éticos de convivência em sociedade.

A falta de uma consciência sobre o propósito do dinheiro pode gerar preocupações futuras, como endividamentos, estresse e desequilíbrio emocional. Para evitar isso, que tal promover o diálogo com seus filhos sobre o consumo exacerbado e suas consequências? Para ajudá-lo nisso, reunimos cinco dicas que não podem faltar nesse processo de aprendizagem:

1.Como poupar

Antes de tudo, é preciso passar os valores financeiros em atitudes. Buscar o equilíbrio entre receita e despesa, sem grandes acúmulos e endividamentos. Mostrando, inclusive, que o dinheiro existe para proporcionar alguma qualidade de vida, sem necessidade de acumular demais e nem de consumir em excesso para ser feliz. Também é preciso, começar cedo esse diálogo, demonstrando porque é importante comprar determinado bem em detrimento de outros, os ensinando a priorizar o que é necessário.

2.Ensine a valorizar

O tempo todo o desejo da criança por brinquedos e objetos é incentivado e, ela, por sua vez, quer comprar tudo que vê. Nesse caso, estimule que ela conheça o valor do dinheiro, juntando moedas e comprando o brinquedo que deseja com suas próprias economias. A cada aquisição, faça ela compreender que precisa fazer algum esforço para ter o que deseja e que, a medida que ela for gastando, o valor vai acabando e é preciso empreender esforço de novo para um novo desejo que surja.

3. A mesada na educação financeira

A adolescência tem começado cada vez mais cedo e já na chamada pré-adolescência as crianças têm apresentado demandas precoces de consumo. Alguns pais têm dúvidas quanto ao uso da mesada, mas chegará um momento em que ela será necessária, além de mais prática. 

Especialistas recomendam que o valor seja estipulado de acordo com as necessidades da criança e que o momento adequado deverá ser avaliado e decidido em conjunto, com uma conversa sobre controle de gastos e os elementos que estão e não estão inclusos naquele orçamento, para não haver confusão, como a compra de lanches, transportes e lazer. Também é importante definir o período de renovação dela.

Uma boa solução para isso é o cartão Mesada do DinDin, com o valor de crédito equivalente ao da mesada. Esta alternativa traz como facilidade o jovem poder arcar com seus gastos cotidianos com a segurança de não andar com dinheiro pra cima e para baixo, e também permite ao pai poder disponibilizar uma maior quantia para ele a distância, em situações mais urgentes que surjam.

Com o cartão Mesada DinDin, você define o valor mensal ou quinzenal dos gastos, recebe notificações de pagamento em tempo real, tem acesso ao extrato e outros parentes podem contribuir com o valor a ser gasto, em ocasiões que julguem necessário. 

Ainda, a ferramenta possibilita a criação de desafios bonificados para os filhos. Dessa forma, quando eles realizam uma tarefa, recebem o valor estipulado para o seu cumprimento. Esse recurso permite aos pais apresentarem aos filhos a ideia de que o dinheiro se conquista com esforço e trabalho, e que as coisas não são conseguidas tão facilmente.

Providencie agora o cartão Mesada do seu filho!

4. Incentivar investimento

A partir da adolescência é hora de conversar sobre investimentos e formas de fazer o dinheiro render, de forma a evitar perder retornos possíveis com o dinheiro parado em cofres ou caixa de sapatos. Essa conversa deve girar em torno, principalmente, da responsabilidade em guardar algum dinheiro para investir no futuro, estudos, cursos e trabalho.

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